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  • amandapelegrina

Idosos mais felizes têm expectativa de vida maior, afirma estudo

No entanto, felicidade não pode ser definida como causa da vida longa. Pesquisa foi feita com mais de 3,8 mil pacientes britânicos.



Envelhecer com qualidade de vida não é apenas tomar cuidado para não adoecer e visitar o médico com frequência. Um estudo publicado nesta segunda-feira (31) pela Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) mostra que ser feliz também é importante. Os idosos que se sentem felizes têm expectativa de vida maior.





A pesquisa foi feita com um pouco mais de 3,8 mil pacientes britânicos, com idade entre 52 e 79 anos. No início do estudo, eles classificaram o nível de felicidade e de ansiedade em quatro momentos diferentes, ao longo de um dia. Pelos cinco anos seguintes, os médicos observaram os pacientes e contabilizaram o número de mortes.


Levando em conta fatores como idade, gênero, doenças e comportamento dos pacientes, os pesquisadores ainda chegaram à conclusão de que os mais felizes demonstraram risco de morrer 35% menor do que o outro grupo. Por outro lado, não houve uma relação clara entre a ansiedade e a taxa de sobrevivência.


De toda forma, os pesquisadores Andrew Steptoe e Jane Wardle, da University College de Londres, Reino Unido, não concluem que a felicidade seja causa do aumento da expectativa de vida. Eles dizem que o objetivo do estudo era apenas determinar uma correlação.


De toda forma, os resultados valem como evidência de que o fator emocional é muito importante na saúde dos mais idosos, indicam os autores.

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